Na política, acontecimentos costumam mudar o rumo e o destino de políticos que eram “considerados mortos”
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Antes, falei das preocupações de Flávio Bolsonaro. Nesta primeira semana de maio, só se fala das preocupações de Lula da Silva.
Boa parte da imprensa diz que Lula da Silva perdeu a autoridade com a derrota histórica na indicação de Jorge Messias ao STF.
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A imagem de Davi Alcúlumbre no afetuoso abraço a Flávio Bolsonaro durante votação do veto do PL da dosimetria foi vista como a celebração do pacto do Centrão com o bolsonarismo.
A corrente dominante já começa a ver Flávio Bolsonaro como alternativa para se livrar de Lula da Silva. Em abril de 2025, segundo o genial Quest, Lula tinha 57% de rejeição.
Nesse abril de 2026, ele chega a 56% de rejeição. Se diz que se Lula da Silva não indicar mais ninguém ao STF e não emplacar a escala 6 por 1, ele não deve ser candidato à reeleição.
Lula da Silva mal ou bem tirou o brasileiro da fila do osso, aumentou o imposto para rico, acabou o IR para quem ganha até 5 mil reais, aprovou reforma tributária, entre outras tantas.
Na política se morre e se vive muitas vezes. É ajuizado esperar a próxima semana, o final do mês, o final do trimestre, antes de encomendar a missa fúnebre.
Lula da Silva se recusa a ser morredor.



















