Um dos nomes é o do ex-presidente do órgão, Alessandro Stefanutto, detido pela Polícia Federal em novembro na Operação Sem Desconto
Por Misto Brasil – DF
A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, que mantenha as prisões preventivas de ex-integrantes da cúpula do INSS, investigados pelo esquema de desvios de aposentadorias.
Um dos nomes é o do ex-presidente do órgão, Alessandro Stefanutto, detido pela Polícia Federal em novembro, durante uma etapa da Operação Sem Desconto.
Na manifestação, o vice-procurador-geral Hindemburgo Chateaubriand afirma que os fundamentos que levaram às prisões continuam válidos.
Segundo ele, não há justificativa para liberar os investigados. A PGR sustenta que eles atuaram para viabilizar descontos irregulares em aposentadorias de associados à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares (Conafer), entidade que está no centro das apurações.
Procurador-chefe e, depois, presidente do Órgão, além de figura essencial do núcleo institucional da organização que, em posição de liderança, recebia pagamentos ilícitos para garantir a manutenção da engrenagem dos descontos indevidos que beneficiaram aquela entidade associativa”.
Além de Stefanutto, o pedido inclui a manutenção das prisões do ex-procurador Virgílio Antônio Ribeiro e do ex-diretor de benefícios André Paulo Fidélis. Todos foram presos.

















