Para a secretária de Educação do DF, Iêdes Braga, a medida fortalece a escola como espaço de convivência e desenvolvimento
Por Misto Brasília – DF
O uso regulamentado de celulares nas escolas públicas do Distrito Federal gerou impactos positivos imediatos na aprendizagem e no comportamento dos estudantes.
É o que aponta uma pesquisa exclusiva da Secretaria de Educação do Distrito Federal que avaliou os efeitos da Lei nº 15.100/2025.
O levantamento, que ouviu 4.033 pessoas entre estudantes, familiares e educadores, revelou dados expressivos sobre a rotina escolar após a restrição dos aparelhos eletroeletrônicos:
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85% dos professores perceberam melhora real no aprendizado dos alunos;
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78,3% dos profissionais avaliaram positivamente as mudanças no comportamento em sala;
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75,7% dos educadores notaram maior engajamento e participação nas aulas.
Menos distração e mais convivência no ambiente escolar
Para a secretária de Educação do DF, Iêdes Braga, a medida fortalece a escola como espaço de convivência e desenvolvimento.
Segundo a gestora, o foco pedagógico da tecnologia continua mantido, mas a redução das distrações devolveu a concentração necessária para o processo de ensino.
Os reflexos também foram sentidos na socialização. Cerca de 46,7% dos entrevistados afirmaram que a proibição do celular melhorou significativamente a convivência e o diálogo presencial entre os jovens durante os intervalos. No total, a implementação da lei foi classificada como eficiente por 73,9% da comunidade escolar.
Para apoiar a transição, a SEE-DF lançou o guia “O Celular na Escola: Modo Aprendizagem”, que orienta sobre o uso responsável de ferramentas digitais dentro da nova legislação.















