Os recursos serão desembolsados ao longo de cinco anos, com prazo de pagamento de duas décadas, de acordo com a proposta
Por Misto Brasil – DF
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (7) o aval para o Brasil captar até US$ 500 milhões (cerca de R$ 2,58 bilhões) junto ao Banco do Brics (NDB).
O montante bilionário será gerido pelo Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional para financiar projetos de tecnologia, transição energética e logística em regiões estratégicas do país.
O projeto (MSF 11/2026), relatado pelo senador Renan Filho (MDB-AL), segue agora para votação em regime de urgência no Plenário.
Os recursos serão desembolsados ao longo de cinco anos, com prazo de pagamento de duas décadas, servindo de combustível para os Fundos de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), do Centro-Oeste (FDCO) e do Nordeste (FDNE).
Novo PAC e Transnordestina
Alinhado às metas do Novo PAC, o aporte estrangeiro viabilizará obras essenciais que os fundos regionais atuais não conseguem cobrir sozinhos. A verba será distribuída em frentes de alto impacto:
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Energia Limpa: Hubs de hidrogênio verde, biorrefinarias e captura de carbono;
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Logística e Escoamento: Implantação de plantas de etanol de milho e transporte sustentável;
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Malha Ferroviária: Construção de terminais de integração para as ferrovias Fico, Fiol e Transnordestina.
De acordo com o relatório, o dinheiro do Banco do Brics é considerado crucial para garantir a infraestrutura de acesso à ferrovia Transnordestina, que está com 75% das obras concluídas e tem previsão de entrar em operação em meados de 2027.

















