A orientação é realizar a coleta com ao menos dois parentes de primeiro grau, como pai, mãe, filhos ou irmãos biológicos.
Por Misto Brasília – DF
A coleta de material genético de familiares integra as ações da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas para identificação de pessoas em todo o país.
O material colhido é inserido no Banco Nacional de Perfis Genéticos e cruzado com amostras de pessoas vivas e corpos não identificados, com uso exclusivo para localização de desaparecidos.
A orientação é realizar a coleta com ao menos dois parentes de primeiro grau, como pai, mãe, filhos ou irmãos biológicos.
Caso não haja correspondência imediata, o perfil permanece armazenado para checagens automáticas com novos registros inseridos no sistema.
O procedimento é simples, realizado via mucosa oral com haste flexível ou por gota de sangue, sem necessidade de jejum.
Para o atendimento, os familiares devem apresentar documento de identificação, boletim de ocorrência do desaparecimento ou memorando da delegacia responsável.
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