Lideranças empresarias e de entidades cobraram a revisão dos cálculos pelo Senado para evitar impactos sobre o emprego.
Por Misto Brasil
A estimativa do Tribunal de Contas da União (TCU) fixando a alíquota de referência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) em 11,3% para 2027 provocou forte reação de entidades empresariais e frentes parlamentares em Brasília.
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Assista ao vídeo com as entrevistas abaixo
O índice ficou bem acima da projeção inicial de 9% que orientava as decisões do mercado produtivo.
Em seminário promovido pelo Instituto Unidos Brasil (IUB) e pela Frente Parlamentar do Ambiente de Negócios (FPN), lideranças cobraram a revisão dos cálculos pelo Senado para evitar impactos sobre o emprego.
O resultado do relatório técnico da iniciativa será entregue aos presidentes do Congresso e da República em janeiro.
As análises setoriais, os impactos em empresas e as demandas por prazos compreendem os seguintes pontos estratégicos:
Responsabilidade do Senado: O debate ganha força na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) a partir de 11 de novembro para reavaliar as alíquotas.
Empresas de Serviços: A Confederação Nacional do Comércio (CNC) projeta que 780 mil empresas do lucro presumido enfrentarão alta de impostos.
Preservação de Empregos: O levantamento da CNC indica que essa elevação da carga tributária coloca em risco cerca de 3,2 milhões de postos formais.
Ano de Transição: Especialistas defendem que o exercício de 2027 funcione sem aplicação de sanções para permitir adaptação às regras e ao split payment.
Desigualdades Regionais: Representantes do Norte alertam que o custo da CBS agravará gargalos logísticos em áreas de livre comércio e na Zona Franca.
O setor produtivo reforça que o sistema tributário reformado precisa assegurar previsibilidade e transparência para garantir a continuidade dos investimentos.
Acompanhe no Misto Brasil a cobertura completa sobre reforma tributária, economia, mercado e legislação no Distrito Federal.
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