Alguns deles também trocaram de partido para aproveitar a janela partidária
A semana começa com novos gestores no governo do Distrito Federal com a exoneração de cinco secretários e três assessores de segundo escalão, além de uma dezena de auxiliares nas administrações regionais. As mudanças ocorrem por conta da lei da desincompatibilização, que permite a disputa eleitoral seis meses antes do pleito.
Alguns dos secretários que deixaram o governo também trocaram de partido com a janela partidária. Entre elas, Ericka Filippelli (Secretaria da Mulher), que estava no MDB e foi para o PTB. Ela pretende concorrer a deputada distrital, mas os partidos ainda precisam fazer as convenções partidárias para homologar as listas de candidatos. Dois deputados federais do DF trocaram de partido, Bia Kicis e Luís Miranda.
Cada partido no Distrito Federal poderá indicar nove candidatos para a Câmara dos Deputados e 25 para a Câmara Legislativa, caso não tenham feito o acordo das federações partidárias.
As convenções partidárias podem realizar as convenções partidárias entre 20 de julho e 5 de agosto, segundo o calendário eleitoral da justiça.
Secretários que deixaram os cargos – Vanessa Mendonça (Turismo), Gilvan Máximo (Ciência e Tecnologia), Severino Cajazeiras (Atendimento à Comunidade), Marcela Passamani (Justiça) e Ericka Filippelli (Mulher).
Segundo escalação – Zélio Maia da Rocha (Detran) e coronel Márcio Cavalcante de Vasconcelos (comandante da PM).
Administradores regionais – Fernando Fernandes (Ceilândia), Renato Andrade (Taguatinga), Telma Rufino (Arniqueira), Gustavo Aires (Samambaia), Alan Valim (São Sebastião), Daniel de Castro (Vicente Pires), Vânia Gurgel (SCIA) e Estrutural, Marcelo Ferreira (Lago Norte), Carlos Dalvan Soares (Recanto das Emas) e Sergio Damaceno (Paranoá).
















