É o que mostra uma pesquisa mundial que pesquisou também a força de trabalho no Brasil
Quatro em cada cinco entrevistados (81%) consideraram realizar migração de carreira nos últimos 12 meses no Brasil. O sentimento é similar nos outros países latino-americanos ouvidos pelo estudo ‘People at Work 2022: A Global Workforce View’ conduzido pela ADP Research Institute. A pesquisa foi realizada com 33 mil trabalhadores em 17 países.
“Mudar de carreira, neste contexto, possui relação direta com a busca por melhor qualidade de vida. Não é somente ganhar mais, mas chegar ao final do dia com o sentimento de satisfação pelas realizações obtidas”, analisa a vice-presidente de RH para a América Latina da ADP, Mariane Guerra.
O mesmo levantamento, no entanto, mostra que a saúde mental precária está afetando negativamente o trabalho de cerca de metade (51%) dos trabalhadores na América Latina, com a produção mais afetada no Brasil (54%), seguido pelo Chile (49%) e Argentina (38%).
Embora a maioria dos trabalhadores diga que se sente apoiada por seus gerentes nesta questão, mais de um terço (34%) dos argentinos, um quarto dos chilenos (27%) e um quinto dos brasileiros (21%) dizem que seu empregador não está fazendo nada proativo para ajudar a promover a saúde mental positiva no trabalho.























