Um juiz do Principado ordenou em março passado o bloqueio de 30 contas na Banca Privada d’Andorra
Os dirigentes, empresários e altos funcionários subornados pela Odebrecht, a gigante da construção brasileira que esteve envolvida no maior complô corrupto da América Latina , não poderão usufruir de parte de seu saque escondido em Andorra, informa o El País.
Um juiz do Principado ordenou em março passado o bloqueio de 30 contas na Banca Privada d’Andorra (BPA) e uma no Credit Andorrà, com um saldo total de 52,2 milhões de euros (US$ 51 milhões), segundo os documentos. teve acesso. Andorra é a sexta menor nação da Europa, com uma população de aproximadamente 77.281 habitantes.
Os recursos pertencem a ex-dirigentes, funcionários públicos e figuras de proa que arrecadaram da empresa de infraestrutura em troca da adjudicação de obras públicas. E entre as fortunas bloqueadas, há três milhões de euros (2,9 dólares) em depósitos e contas opacas vinculadas a empresários e altos funcionários que serviram durante o segundo mandato do falecido ex-presidente peruano Alan García (2006-2011).
Além disso, 34 milhões de euros (33,5 milhões de dólares) ligados a ex-acusações e espantalhos do ex-chefe de governo do Panamá, Ricardo Martinelli (2009-2014). O embargo afeta 282.701 euros (US$ 279.393) de Alecksey Mosquera, ex-ministro da Eletricidade durante o mandato de Rafael Correa (2007-2017) e 1,4 milhão de euros (US$ 1,3) de dois ex-executivos da Odebrecht.



















