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O Supremo Tribunal Federal-STF negou o pedido de Habeas Corpus impetrado pela defesa do goleiro Bruno e expediu um novo mandado de prisão ao jogador.
Os ministros derrubaram decisão de fevereiro do ministro Marco Aurélio, por 3 votos a 1, que havia determinado a soltura do atleta, após seis anos e meio de prisão, para que aguardasse o julgamento do recurso no TJ/MG em liberdade.
Votaram a favor da volta de Bruno à prisão os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber e Luiz Fux. O ministro Luís Roberto Barroso não participou do julgamento.





















