Lula da Silva disse nesta segunda-feira (27), que o Brasil “retomou sua presença na Ásia” na visita do presidente da Coreia do Sul
Por Misto Brasil – DF
O dólar à vista ganhou força ante o real, que teve o pior desempenho entre os emergentes em relação à moeda norte-americana. O movimento refletiu a baixa dos preços do petróleo no mercado internacional com a trégua no conflito no Oriente Médio.
Nesta segunda-feira (27), o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1122, em alta de 0,62%.
O dólar acompanhou o fortalecimento da divisa no exterior. Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, subia 0,04%, aos 101.506 pontos.
O Ibovespa fechou o pregão desta segunda-feira em alta, impulsionado pelo bom desempenho das ações de grandes bancos e da Petrobras, que acompanharam a valorização do petróleo no mercado internacional.
O apetite por risco foi favorecido pela expectativa de novos estímulos econômicos globais e pela queda nas taxas dos juros futuros. Por outro lado, o dólar comercial registrou leve recuo frente ao real, refletindo a entrada de capital estrangeiro no país.
O volume financeiro da sessão ficou dentro da média recente, confirmando o viés positivo para o início da semana.
A Ásia e a multinacional
A AstraZeneca segue confiante em atingir a meta de US$ 80 bilhões (R$ 409,6 bilhões) em receita anual, impulsionada pelo avanço de seu pipeline de medicamentos e pela aprovação de novos tratamentos. Em entrevista à CNBC, a diretora financeira da companhia, Priscila Plaza, afirmou que os resultados clínicos mais recentes reforçam a expectativa de crescimento da farmacêutica.
Segundo a executiva, a meta anunciada em 2024 sempre considerou os riscos inerentes ao desenvolvimento de novos medicamentos, mas o desempenho do pipeline tem sido superior ao esperado.
O presidente Lula da Silva (PT) disse nesta segunda-feira (27), que o Brasil “retomou sua presença na Ásia” nos últimos três anos, durante o governo petista.
“Restabelecemos diálogo de alto nível com as maiores economias da Ásia e aproximamos empresas e investidores”, afirmou em declaração à imprensa após se reunir com o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-Myung, no Palácio do Alvorada.
Para Lula da Silva, o diálogo com a Ásia “significa se aproximar de uma das regiões que mais impulsionam o crescimento, a inovação e a transformação da economia global”. (Com Money Times, Times Brasil e agências noticiosas)

















