O áudio da gravação de Joesly Batista, da JBS, com o presidente Michel Temer, que a Procuradoria-Geral da República divulgou nesta semana, tem pelo menos 50 pontos de edição. Foi o que concluiu o perito judicial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Ricardo Caires dos Santos.
A análise foi feita a pedido do jornal Folha de São Paulo. De acordo com o perito, “é como um documento impresso que tem uma rasura ou uma parte adulterada. O conjunto pode até fazer sentido, mas ele facilmente seria rejeitado como prova”.
A PGR informou à Imprensa que a gravação divulgada é “exatamente a entregue pelo colaborador e sua autenticidade poderá ser erificada no processo”.
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.





















