O corregedor nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ibaneis Rocha, abriu processo ético para apurar a conduta do advogado Willer Tomaz, preso preventivamente na Operação Patmos, por suspeita de pagar propina ao procurador da República Ângelo Goulart Vilella em troca de informações sigilosas de investigações do Ministério Público Federal.
Ibaneis tomou a iniciativa na semana passada, assim que tomou conhecimento do teor do inquérito em curso no Supremo Tribunal Federal (STF) e das medidas decretadas pelo relator do processo, ministro Edson Fachin.
O empresário Joesley Batista e seu advogado Francisco de Assis e Silva denunciaram que contrataram Willer Tomaz por R$ 8 milhões, para atuar em defesa do grupo JBS no âmbito da Operação Greenfield (Do CB)
























