O secretário adjunto de Fazenda, Wilson José de Paula, afirmou que o governo do Distrito Federal pretende reduzir em 15% as renúncias fiscais. O objetivo, segundo disse numa audiência na Câmara Legislativa, é “melhorar” a performance nas contas públicas.
Em outra intervenção, o secretário adjunto de Planejamento, Orçamento e Gestão, Dalmo Jorge Lima Palmeira, informou que a previsão de receitas é de R$ 40,2 bilhões, valor que inclui os montantes que o DF recebe da União para as áreas de educação, saúde e segurança pública.
Dos gastos, o mais significativo será com pessoal, que deverá corresponder à maior parte da previsão do dispêndio para o próximo ano. Considerados apenas os órgãos da administração submetidos ao Tesouro do DF, estima-se que as despesas com pessoal e encargos sociais corresponderão a R$ 15,03 bilhões.
De acordo com a assessoria da Câmara Legislativa, o presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa, deputado Agaciel Maia (PTC), criticou o aumento de despesas previstas para o custeio da máquina pública, que deverão alcançar R$ 7,5 bilhões em 2018. Ressaltou que com uma melhor gestão de recursos e combate ao que chamou de “desperdício”, o governo poderia reduzir os seus gastos em 20% (cerca de R$ 1,5 bilhão).
















