Menos preconceito na Parada Gay

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Não vejo dignidade na Parada Gay. E conheço gays que não colocariam seus pés nisso. Não vejo amor à vida. Não vejo respeito a ninguém. Os que a promovem e os que participam dela se arrastam, ansiosos por mostrarem que sim, são felizes. Que sim, são “família”. Que sim, são como quaisquer outros.

Que só precisam de aceitação e de menos preconceito. Que só querem ser amados e se casar de branco. Os que assistem não acreditam no circo de horrores entregue pelas ONGs LGBTs a cada ano. Vendo a foto abaixo, eu quero entender o que essas ONGs querem. É pra chamar as crianças pra assistir, também?

Me expliquem, porque eu não entendo. No ano passado, teve um transgênero vestido de Jesus, se eu não me engano. Mas se tivesse coragem, mesmo, se vestia de profeta Maomé. É nos países de maioria islâmica que os gays são enforcados. Mas eu estou pedindo demais à Parada Gay, não é?

No fundo, são covardes. Sabem que a sociedade brasileira é tolerante e os cristãos, compassivos.

Nota da redação – A maior parte dos participantes que lotou a av. Paulista e seguiu em marcha dançante até o centro citava de cor o lema do encontro deste ano: a defesa do estado laico. Assista ao vídeo com Fernanda Lima na Seção Vídeo, ao lado.

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