A economia que gira em torno dos jogos movimenta mais de US$ 150 bilhões, mas a carga tributária no Brasil é bastante alta
Por Misto Brasília – DF
O projeto de lei (PL2796/2021), que prevê o marco legal dos games, pode ser votado na Câmara dos Deputados. A proposta é uma aposta do setor para organizar o setor econômico, que deve atrair jovens de 15 a 29 anos que não estudam ou trabalham, a chamada “geração nem-nem“.
O Brasil é o segundo país, de um total de 37 analisados, com maior proporção de jovens, com idade entre 18 e 24 anos, que não estudam e não trabalham.
“Ao fomentar o mercado brasileiro, por meio da regulamentação, empresas serão atraídas, produtos novos surgirão e isso gera mais competitividade para o mercado nacional”, analisa o presidente da Associação Brasileira de Fantasy Sports (ABFS), Rafael Marcondes.
Rafael explica também que a proposta dá destaque específico à formação de mão-de-obra e detalha que o artigo 7º do texto prevê o estímulo à criação de cursos de formação para o setor de games, em parceria com universidades e cursos profissionalizantes. O projeto está pronto para o plenário da Câmara.
“Projetos que auxiliem na abertura de vagas para esse público, como é o caso do Marco Legal dos Games, são fundamentais. Ao fomentar o mercado brasileiro, por meio da regulamentação, empresas serão atraídas, produtos novos surgirão e isso gera mais competitividade para o mercado nacional”.
O documento “12 compromissos para um Brasil Competitivo”, do Movimento Brasil Competitivo, em parceria com a Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo, indica que 4% dos jovens de 15 a 24 anos, estão matriculados em algum curso técnico ou profissionalizante.
O índice é é o menor entre os 37 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).






















