Distrito Federal terá chuva forte e trovoadas até domingo

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Detalhe da inundação nesta manhã na Vila Cauhy, no Núcleo Bandeirante/Divulgação/CBMDF
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O governo distrital deve criar um grupo de trabalho para agilizar o atendimento à populaçào e será deretado estado de alerta

Por Misto Brasil – DF

A previsão é de muita chuva e trovadas nos próximos cinco dias no Distrito Federal, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A temperatura deve girar em torno de 24 graus e a umidade relativa será bastante alta, na média 95%.

A mínima da umidade será de 65%, o que indica tempo chuvoso entre esta quinta-feira e domingo (04 e 07). Em razão dos temporais que acontecem desde ontem, especialmente, o governo distrital decidiu tomar decisões para mitigar os efeitos nas comunidades.

Leia – alerta laranja no Distrito Federal e situação de emergência na Vila Cauhy

Entre os dias 01 e 02 de janeiro, chouveu 80% do que era previsto para o mês. Nesta tarde, houve uma reunião com os administradores regionais sobre as providências que devem ser tomadas pelos gestores públicos.

No Palácio do Buriti, sede administrativa do govermo, a informação é que a governadora em exercício, Celina Leão (PP), vai decretar estado de alerta. Deve ser criado também um grupo de trabalho que vai reunir as providências que devem ser tomadas e agilizar as decisões administrativas e operacionais.

O estado de alerta tem efeito administrativo, porque suspende férias e licenças nas forças de segurança e instituições que tratam do atendimento da população por conta do mau tempo.

“Esta medida é muito mais para que os órgãos que fazem atendimento primário fiquem em alerta. Isso significa tirar pessoas das férias e colocar equipes de pronta resposta para atenção especial”, disse a governadora em exercício ao portal Metrópoles.

Para a mídia, o secretário das Cidades do DF, Cláudio José Trinchão, admitiu que a situação é crítica principalmente na periferia.

“São décadas de ocupações irregulares que impermeabilizam a área do entorno. Não tem solução de curto prazo, isso requer soluções contundentes. Existem projetos dentro do governo, mas neste momento temos que achar soluções paliativas”.

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