Setor contabiliza resultados positivos, com o crescimento de 4,2% nos negócios, com movimento de R$ 7,7 bilhões somente neste semestre
Por Misto Brasil – DF
Neste sábnado (25) é comemorado o Dia Mundial do Macarrão. O macarrão esteve presente em 99% dos lares brasileiros, no ano móvel terminado em junho de 2025.
Foi o que mostrou o estudo da Worldpanel by Numerator, encomendado pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos Industrializados.
Destaque para a contribuição do crescimento em volume nos lares jovens – com 14,2% representados por lares com compradores de até 29 anos, e 25,4% de 30 a 39 anos –, independentes, ou seja, que moram sozinhos e não têm parceiros ou filhos, sendo 32,7%; e da classe C, representando 46,3% do volume.
O setor de massas alimentícias não reclama dos negócios, que cresceram 4,2%,, movimentando R$ 7,7 bilhões no primeiro semestre de 2025.
Foram negociados 654 mil toneladas em volume, de acordo com dados da Cesta Abimapi, monitorada pela associação.
Entre janeiro e junho, as massas secas faturaram R$ 4,5 bilhões, correspondentes a 540 mil toneladas comercializadas (82% da categoria), com destaque para as subcategorias: sêmola, com faturamento de R$ 1,5 bilhão de faturamento.
As massas instantâneas representam 14,6% da categoria, com 95 mil toneladas em volume comercializado e faturamento de R$ 2,9 bilhões.
As massas refrigeradas, que somam 2,8% da categoria, com 18 mil toneladas produzidas até junho de 2025 e R$419 milhões em valor.
O diretor Geral da Barilla no Brasil, Maurício Scarpa, comentou que o setor de massas vive um momento promissor, mas também desafiador.
“Nosso setor precisa continuar acelerando o movimento de reformulação de produtos, como massas com maior teor de proteínas, fibras e ingredientes funcionais como lentilha, grão-de-bico e ervilha.
“Essa tendência ganha espaço no Brasil, impulsionada por consumidores que buscam opções mais nutritivas e equilibradas”.
Anna Carolina Martins Teixeira, diretora Executiva de Marketing da M. Dias Branco, analisa “entre os principais desafios da categoria, está a educação do consumidor.
É preciso observar as diferenças dos tipos de massas, ampliar o repertório de consumo, promovendo novas demandas para a categoria em termos de ocasiões e necessidades.




















