Começa a construção de biorrefinaria de etanol em Goiás

Biorrefinaria de etanol Balsas MA Misto Brasil
Biorrefinaria de etanol inaugurada em agosto na cidade maranhense de Balsas/Arquivo/Divulgação
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A expectativa é de geração de 2,7 mil empregos diretos e indiretos, além de 420 na fase de obras em Rio Verde

Por Misto Brasil – DF

Foi lançada e pedra fundamental da nova biorrefinaria de etanol de grãos da Inpasa, em Rio Verde, no Sudoeste goiano.

Considerada a maior produtora de etanol de milho da América Latina, a empresa investirá R$ 2,4 bilhões na construção da unidade, que deve ser inaugurada até o final de 2026.

A cerimônia, realizada no Distrito Municipal de Pequenas Empresas (Dimpe), marcou o início do empreendimento.

A nova planta será a nona unidade da Inpasa no Brasil e terá capacidade anual de processamento de dois milhões de toneladas de grãos.

Resultará na produção de um bilhão de litros de etanol hidratado, 490 mil toneladas de ração proteica, 47 mil toneladas de óleo vegetal e 345 mil GWh de energia elétrica a partir de biomassa.

A expectativa é de geração de 2,7 mil empregos diretos e indiretos, além de 420 na fase de obras, com prioridade para a mão de obra local.

Segundo o vice-presidente da Inpasa, Gustavo Mariano Oliveira, a escolha de Rio Verde reflete uma decisão baseada na infraestrutura logística do município e na vocação do agronegócio.

“Foi uma decisão estratégica da companhia, dado que essa localidade reúne alguns dos fatores mais importantes para a empresa: uma base agrícola sólida, uma localização geográfica privilegiada, com desenvolvimento de infraestrutura para o escoamento de nossos produtos, e é uma região que não para de inovar no campo”.

De acordo com a empresa, a chegada da Inpasa a Rio Verde deve impulsionar a adoção de tecnologias de baixo carbono e abrir novos mercados para os produtores rurais locais.

Com a operação da usina, o milho da segunda safra, o sorgo e outros cereais de rotação terão maior liquidez e valorização, reduzindo custos logísticos e fortalecendo cadeias produtivas como a de proteína animal.

O projeto também amplia a integração entre agricultura, indústria e energia, promovendo desenvolvimento econômico com sustentabilidade e geração de oportunidades na região.

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