A campanha eleitoral à Presidência da República deve ter um intervalo de um mês por conta da Copa do Mundo de 2026
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Não tem mal que seja eterno, nem bem que dure para sempre. No final de abril se dizia que o presidente Lula da Silva não tinha mais autoridade, que o governo estava acabado e que o café já estava sendo servido frio no Planalto.
Agora, no final da primeira quizenha de maio, se fala em contar os dias para o fim da candidatura do senador Flávio Bolsonaro, mesmo que ele não queira renunciar após a revelação de que era amiguinho e irmão para sempre de Daniel Vorcaro, que ele repassou ainda não se sabe bem, R$ 61 milhões o filme em homenagem a Jair Bolsonaro.
Ouça o comentário do articulista do Misto Brasil logo abaixo
Lula da Silva não morreu politicamente e nem se sabe se Flávio Bolsonaro morrerá.
O que há de novo nisso é que os problemas de imagem de Lula da Silva eram conhecidos, enquanto no caso de Flávio ele é atingido no campo da moral, atributo que ele dizia ter de sobra e que Lula da Silva não teria nenhum.
Os ricos voltaram da semana do Brasil em Nova York com a certeza de que seja quem for presidente, pouca coisa vai mudar no Brasil a partir de 2027.
Uma coisa parece certa: devemos ver e ouvir muita pancadaria, tiro, porrada e bomba, e nada que de fato importa.
Arrisco dizer que haverá só um intervalo para os comerciais, chamado Copa do Mundo.
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