O cenário geopolítico continuou a ditar os movimentos do mercado de câmbio no Brasil e nos demais países
Por Misto Brasil – DF
Nesta segunda-feira (1º), o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,0227, em queda de 0,40%.
O dólar destoou do desempenho da moeda no exterior. Por volta das 17 horas (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava em alta de 0,31%, aos 99.215 pontos.
O cenário geopolítico continuou a ditar os movimentos do mercado de câmbio.
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O Ibovespa encerrou a sessão em queda de 0,91%, aos 172.211 pontos, na contramão dos pares americanos, após a notícia de retrocessos nas negociações de paz entre o Irã e os EUA.
Também pesou a possibilidade de novas sanções americanas contra o Brasil.
Com a piora nas tratativas no Oriente Médio, os temores de uma nova escalada inflacionária voltaram ao radar dos investidores, que já precificar uma piora do quadro de preços do Brasil para o final do ano, segundo o boletim Focus divulgado na parte da manhã.
Segundo Fernando Bresciani, analista do Andbank, o mercado nacional ainda pena com a saída de capital estrangeiro após a tese de agentes estrangeiros voltar-se para o setor de tecnologia dos EUA. A falta de fluxo é corroborada pelo aumento da proximidade das eleições e a indefinição do futuro fiscal do País.
Junho promete muitos dividendos para os investidores focados em renda passiva. Pelo menos 34 empresas listadas na B3 vão remunerar seus acionistas no mês. É o que mostra levantamento feito pela Quantum Finance a pedido do InfoMoney.
O dinheiro começou a pingar na conta dos investidores a partir desta segunda-feira (1). A primeira semana do mês, como sempre, concentra os pagamentos dos bancos, com destaque para Bradesco e Itaú.
Segundo levantamento da Elos Ayta, as bolsas americanas foram os grandes destaques positivos, com o índice BDRX (que mede o desempenho dos BDRs listados na B3) subindo 9,22%, seguido de perto por Nasdaq (8,36%) e S&P 500 (5,15%).
Os preços do petróleo encerraram a sessão desta segunda-feira (1º) em forte alta com nova escalada das tensões no Oriente Médio e declarações contraditórias dos EUA e Irã sobre o avanço das negociações para um acordo de paz definitivo.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para agosto terminaram o dia com avanço de 4,24%, a US$ 94,98 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. (Com InvestNews, Times Brasil e InfoMoney)














