A iniciativa pioneira vai promover uma completa revitalização urbana na região de Goiânia, integrando centros de pesquisa
Por Misto Brasil – DF
Goiás deu um passo para se transformar no principal polo de inovação do país. O governo estadual lançou o Distrito de Inovação e Inteligência Artificial, um megaprojeto de R$ 300 milhões que ocupará 91 hectares no Setor Leste Universitário, em Goiânia.
Mais do que atrair gigantes da tecnologia, a iniciativa pioneira vai promover uma completa revitalização urbana na região, integrando centros de pesquisa, grandes empresas e universidades para projetar o estado no cenário internacional de tecnologia.
O Raio-X do Projeto
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Aporte Financeiro: R$ 200 milhões para reformar quatro prédios estaduais e erguer novas estruturas; R$ 30 milhões para subsidiar projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I); e aportes via Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia-UFG).
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Impacto Econômico: Previsão de gerar 1.406 empregos diretos na primeira fase e atrair uma circulação diária superior a 3 mil pessoas.
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Formação de Talentos: Oferta imediata de 1.500 bolsas de qualificação profissional, além de parcerias com o Senac e o Sistema S para cursos técnicos gratuitos.
Atração de multinacionais
A reestruturação urbana priorizará pedestres, trará alterações no tráfego e requalificará marcos tradicionais da capital, como a Praça Universitária. Uma das grandes novidades é a criação de uma escola pública de tecnologia e de moradias voltadas para “residência em IA”.
Para incentivar o mercado, o governo negocia com a prefeitura incentivos fiscais como isenção de ITBI e IPTU progressivo no perímetro, que funcionará como um Sandbox regulatório (um laboratório vivo para testar soluções antes de aplicá-las na cidade).
Consolidando a atratividade do novo ecossistema para o setor privado, a multinacional brasileira de dados Semantix — listada na Nasdaq e avaliada em US$ 1 bilhão — já assinou um memorando de entendimento e será a primeira empresa a se instalar no Distrito.
Integrado aos campi da UFG e da PUC Goiás, o polo pretende reter talentos locais e atrair pesquisadores de todo o continente.






















