Conhecido como Barretão, ele foi uma das figuras mais influentes do audiovisual brasileiro, marcando a história do Cinema Novo
Por Misto Brasil – DF
Morreu nesta quarta-feira (22), no Rio de Janeiro, o produtor, diretor e fotógrafo Luiz Carlos Barreto, aos 98 anos.
Conhecido afetuosamente como Barretão, ele foi uma das figuras mais influentes do audiovisual brasileiro, marcando a história do Cinema Novo e ajudando a projetar o cinema nacional internacionalmente ao longo de seis décadas de carreira.
Nascido em Sobral, no Ceará, Barreto iniciou sua trajetória no fotojornalismo pela revista O Cruzeiro, migrando para o cinema nos anos 1960.
Assinou a direção de fotografia de clássicos fundamentais como Vidas Secas (1963) e Terra em Transe (1967).
Ao lado de sua esposa, Lucy Barreto, fundou a produtora L.C. Barreto, responsável por marcos de bilheteria e crítica como Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976) e por indicar o Brasil ao Oscar de Melhor Filme Internacional com O Quatrilho (1995) e O Que É Isso, Companheiro? (1997).
Ele deixa um legado inestimável para a cultura do país e sua família de cineastas, incluindo os filhos Bruno, Fábio (in memoriam) e Paula Barreto, conforme O Globo e a Folha.











