A inclusão atende às diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), previsto na Lei nº 11.947/2009
Por Misto Brasil – DF
Historicamente limitado nas escolas por gargalos de logística e armazenamento, o pescado ganha espaço nos cardápios da rede pública.
A inclusão atende às diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), previsto na Lei nº 11.947/2009, promovendo refeições saudáveis e conectadas à cultura de cada região do país.
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Logística e cultura regional: A superação dos desafios de distribuição tem permitido incluir peixes consumidos tradicionalmente pelas famílias locais, o que melhora significativamente a aceitação do alimento pelos estudantes nas escolas.
Supernutriente no prato: O pescado garante o aporte de proteínas de alto valor biológico, vitaminas, minerais e ômega-3, nutrientes cruciais para o desenvolvimento e crescimento de crianças e adolescentes.
Testes de aceitabilidade: As redes de ensino utilizam metodologias do Pnae para aplicar testes de receptividade com os alunos antes de incorporar definitivamente novas espécies e receitas aos cardápios.
Incentivo à pesca artesanal: O programa estimula a economia local ao priorizar a compra de peixes produzidos pela aquicultura familiar e pescadores artesanais por meio de chamadas públicas de estados e municípios.
Inclusão de povos tradicionais: A Resolução CD/FNDE nº 11/2026 regulamentou chamadas públicas específicas para a compra de pescados de indígenas, quilombolas e ribeirinhos, fortalecendo as comunidades tradicionais.
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