O que disseram os vices e os candidatos à Presidência

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A senadora Ana Amélia (PP), candidata a vice-presidente na chapa do tucano Geraldo Alckmin, afirmou que não se resolve os problemas do país “batendo na mesa” ou com base no “voluntarismo”, num recado ao candidato do PSL à Presidência, deputado Jair Bolsonaro, e citou os processos de impeachment dos ex-presidentes Fernando Collor de Mello e Dilma Rousseff como exemplos do resultado da falta de respaldo no Congresso.

Aos 73 anos e em seu primeiro mandato parlamentar, a senadora destacou que não tem como haver um “processo de mudança” no país sem passar pelo Congresso, “por mais desacreditado” que esteja o Poder Legislativo, informou a Reuters.

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse que a chapa presidencial anunciada pelo PT, com o ex-presidente Lula da Silva na cabeça e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice e a deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila, do PCdoB, como futura vice, “engana flagrantemente” o eleitor.

“Independente das pessoas, especialmente o Haddad e a Manuela que são queridos amigos, eu estou preocupado porque isso é um convite para o país dançar a beira do abismo”, disse Ciro quando indagado sobre a chapa presidencial anunciada pelo PT nesta semana.

Henrique Meirelles (MDB) criticou veladamente a composição da chapa entre o PT e o PCdoB. “Tem um candidato que não vai ser candidato, um vice que vai ser o candidato e uma candidata a nada que será a vice. É uma estratégia complicada. Eu gosto das coisas mais diretas e objetivas”, afirmou, após participar de evento com presidenciáveis organizado pelo banco de investimento BTG Pactual.

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, disse durante palestra a investidores que terá os melhores palanques nos Estados, o que lhe ajudará a vencer as eleições, e afirmou que o candidato que prometer facilidades na campanha estará mentindo, registrou o DCI.

O candidato a presidente Álvaro Dias (Podemos) disse que a coligação do Centrão representa a sustentação de 1 governo “corrupto e incompetente”.  Ele denominou o acordo entre os partidos de “arca de Noé”. “Se a gente não substituir esse sistema, ele vai continuar produzindo novos barões da corrupção”.

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