O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, pode decidir hoje (21) sobre o pedido de liberdade impetrado pela defesa do médium João Teixeira de Faria, o João de Deus. Ele está preso preventivamente há cinco dias, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, suspeito de crimes sexuais. A prisão preventiva foi decretada pela Justiça de Goiás com base em 15 denúncias já formalizadas em Goiânia.
Há dois dias, o ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou seguimento a um habeas corpus impetrado pelo advogado Alberto Toron, que representa o médium. Ele argumentou supressão de instâncias, uma vez que um pedido de liberdade ainda está pendente de julgamento na primeira instância.
O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) negou liminar para soltar o médium, mas ainda não julgou o mérito do habeas corpus impetrado na primeira instância.
O médium João de Deus foi indiciado ontem pela Polícia Civil de Goiás, após acusações de abuso sexual feitas por diversas mulheres que compareceram a seus atendimentos em Abadiânia (GO). “Agora é uma certeza por parte da Polícia Civil que ele foi o autor dos fatos, que existem evidências fortes de que ele praticou os crimes”, disse à Reuters o delegado-geral da Polícia Civil do Estado de Goiás, André Fernandes.























