O Ministério Público decidiu investigar a votação do projeto que incluiu ex-deputados distritais num plano de saúde custeado pela Câmara Legislativa. O objetivo é verificar se houve algum tipo de estelionato, um ato contra o Direito Público ou algum ilícito. A investigação teria começado nesta semana, mas na CLDF informou-se que não foi informada oficialmente até agora das investigações.
A extensão do plano de saúde, chamado de Fundo de Assistência à Saúde da CLDF (Fascal), criou uma grande polêmica após a votação à toque de caixa com a aprovação por 16 parlamentares. Depois, os distritais que se abstiveram, disseram que foram enganados. Na semana passada, a Mesa Diretora resolveu suspendeu o plano para os ex-parlamentares diante da crise e da polêmica gerada pelo benefício inexplicável.
Nesta semana, para não perder a prática, a Câmara Legislativa se envolveu em outra polêmica. O Poder Legislativo abriu Tomada de Preços para contratar um restaurante. Mais uma vez, diante da polêmica e da repercussão nas redes sociais, voltou atrás.
Em nota, a Mesa Diretora diz o seguinte: “Tendo em vista o foco da Câmara Legislativa do Distrito Federal no enfrentamento à crise sanitária e econômica decorrente da pandemia da COVID-19, a Mesa Diretora torna pública a suspensão da Tomada de Preços nº 01/2020 por tempo indeterminado. A decisão foi publicada na página 40 da edição desta terça-feira (2) do Diário da Câmara Legislativa”.





















