Empréstimos para empresas deve reduzir contas de luz

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Serviço de manutenção dos cabos de energia de alta tensão no Distrito Federal/Arquivo/Divulgação/Neoenergia
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Os recursos aprovados hoje serão emprestados por um conjunto de bancos públicos e privados

Texto de Welton Máximo

As distribuidoras de energia receberão R$ 10,5 bilhões em empréstimos bancários divididos em duas parcelas. O valor foi aprovado hoje (15) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em reunião extraordinária. O empréstimo às distribuidoras foi autorizado pela Medida Provisória 1.078, publicada em dezembro.




Os recursos serão emprestados por um pool (conjunto) de bancos públicos e privados e têm como objetivo diluir os impactos financeiros da escassez hídrica em 2021 e reduzir a alta da energia neste ano. Em contrapartida, os consumidores pagarão o empréstimo em parcelas, por meio de um encargo na conta de luz que será cobrado a partir de 2023.

Na reunião desta terça-feira, a Aneel também aprovou a liberação da primeira parcela, de R$ 5,3 bilhões. O dinheiro será depositado na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e rateado entre as distribuidoras pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), conforme o prejuízo de cada empresa com a escassez hídrica.


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