O equilíbrio na corda bamba

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O presidente reformista, segundo ele mesmo, terá dois grandes problemas em 2017. A primeira é o desafio de manter a agenda de reforma em curso no Congresso Nacional, e o segundo é o comportamento do eleitor nas ruas, porque a classe média, especialmente, está muito atenta.

A manutenção de Michel Temer no cargo está relacionada a essas duas questões, que dependem essencialmente do Congresso Nacional, que teima em ter uma agenda de autoajuda. De acordo com os analistas ouvidos pela Coluna, Temer está preso ao seu próprio passado recente.

O presidente foi eleito vice na chapa de Dilma em 2014, com o discurso de uma economia saudável. Agora enfrenta o dilema do ajuste, que ele mesmo dizia que não era necessário.

Esses mesmos analistas concordam que 2017 será marcado fortemente, ainda, pela Lava Jato. O problema é a briga entre as instituições que alimentam as investigações. (Da Coluna Esplanada)

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