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A crise pega pesado e um dos reflexos é o aumento dos saques da caderneta de poupança, que no ano passado superou depósitos em quase R$ 40,7 bilhões.
Dados do Banco Central revelam que o resultado é o segundo pior da série histórica, que começou em 1995.
Como se não bastasse, foi o segundo ano seguido em que a poupança perdeu recursos – entre 2006 e 2014, os depósitos superaram os saques das cadernetas.
A análise não poderia ser outra a não ser que é a mais clara consequência de um cenário econômico marcado pela recessão e com o aumento do desemprego e da taxa de inadimpslência ao longo de 2016.






















