A semana foi marcada por uma série de atos violentos que exigiu um posicionamento rápido do governo. O caso mais grave foi a morte de 56 detentos numa penitenciária de Manaus.
Outro massacre aconteceu na sexta-feira em um presídio de Roraima, com a morte de 33 pessoas. Os dois casos levam a uma reflexão sobre a crítica situação carcerária. Não se trata apenas de construir presídios, como disse o ministro do Supremo, Gilmar Mendes.
O que fica evidente, é que os governos deixaram de realizar suas tarefas.
O caso das penitenciárias reflete o retrato do Estado brasileiro. Como disse o professor Rafael Damasceno, em 2007, a falência da política é consequência do modelo econômico excludente. (Da Coluna Esplanada)
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