Assessores do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) detectam no radar buracos para a trajetória da campanha a Presidência da República. Mais precisamente Minas Gerais e no Rio de Janeiro, que detêm 28 milhões de votos. São Paulo com 32,6 milhões, somam 42% do eleitorado. Já em Minas Gerais, Alckmin pode demorar a decolar e Anastasia não quer sair para governador. No Rio, tenta seduzir Eduardo Paes a mudar de partido.
Após a reunião dos governadores com o presidente Michel Temer, na semana passada, deputados foram ao encontro do presidente nacional do PSDB, preocupados com a distribuição da verba do Fundo Eleitoral.
O tesoureiro dos tuacanos, Silvio Torres e braço-direito de Alckmin, lembrou apenas que a sigla terá um candidato à Presidência, 10 para governos estaduais e concorrentes ao Senado. Torres deixou claro que o risco é grande de a verba ser pequena para deputados federais. A expectativa de a parte que cabe de cada correligionário ser minguada não é privilégio dos tucanos.
Articulações indicam que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pode ser vice de Alckmin na chapa. Pelo menos nos últimos dias os bastidores têm sido testemunhas ness direção.
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