O ex-governador José Roberto Arruda (PR) foi condenado pela segunda vez no âmbito da Operação Caixa de Pandora. Desta vez a condenação foi a sete anos e seis meses e 29 dias de prisão por falsidade ideológica e corrupção de testemunha em regime fechado. O caso envolve o jornalista Edmilson Edson dos Santos, o Edson Sombra. A sentença é do juiz Newton de Aragão Filho, da 7ª. Vara Criminal de Brasília.
Também foram condenados Geraldo Naves Filho, Antônio Bento da Silva e Rodrigo Diniz Arantes. O primeiro por corrupção de testemunha e os outros dois pelo mesmo crime e falsidade ideológica, segundo informou o Ministério Público do Distrito Federal. O réu Welington Luiz Moraes foi absolvido das imputações e foi declarada a extinção de punibilidade do réu Haroaldo Brasil de Carvalho, maior de 70 anos, em razão da prescrição.
O jornalista foi contratado para que dissesse que as denúncias contra a quadrilha eram mentirosas, a partir de um depoimento à Polícia Federal no Inquérito 650/DF, que tramitava no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A objetivo era informar às autoridades de que o colaborador Durval Barbosa teria manipulado e forjado os vídeos gravados.
Arruda já foi condenado também a três anos, 10 meses e 20 dias pela prática do crime de falsidade ideológica. O ex-governador responde a outras 11 ações criminais que tramitam perante a 7ª Vara Criminal de Brasília em razão do esquema criminoso em questão.






















