Há 100 anos, Marcel Proust (1871-1922) recebeu o Prêmio Goncourt, a honraria literária mais importante em seu país natal, a França. Bem a tempo desse jubileu comemorativo, a pequena editora parisiense Éditions de Fallois lançou ontem (09) novelas e contos do famoso autor, que até então eram desconhecidos pelo público.
No entanto, os manuscritos não apareceram agora. Eles já faziam há muito tempo parte da coleção do especialista em Proust e fundador da editora, Bernard de Fallois. Ele morreu em janeiro de 2018 e comunicou em seu testamento a existência de sete caixas de manuscritos de Proust em seu arquivo.
Em entrevista à emissora France Culture, o crítico literário Luc Fraisse afirmou que foi então contratado para classificar os manuscritos.
Esses novos textos, escritos quando Proust tinha 20 e poucos anos, foram publicados agora sob o título Le Mystérieux Correspondant et autres nouvelles inédites (O misterioso correspondente e outras novelas inéditas, em tradução livre). Fraisse foi o editor. (Da DW)
















