Vai custar R$ 30 milhões benefício a templos religiosos

Templo da Igreja Universal
A Igreja Universal afirma ter 8 milhões de fiéis no Brasil/Arquivo/Divulgação
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O governo Jair Bolsonaro estuda a possibilidade de criar uma modalidade tarifária diferenciada para reduzir custos de templos religiosos com energia elétrica, em uma política que exigiria cerca de R$ 30 milhões por ano, disse à Reuters nesta sexta-feira o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

Os custos de políticas como essa são bancados pelos consumidores de energia em geral, por meio de encargo cobrado nas contas de luz que abastece a chamada Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) —responsável por recursos para programas que incluem desde descontos para clientes de baixa renda até apoio a fontes renováveis e ao carvão mineral.

A avaliação da medida em benefício dos religiosos acontece apesar de uma alta no valor dos diversos incentivos e programas sociais bancados pelas contas de luz dos brasileiros neste ano, para R$ 21,9 bilhões.

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