A redução das importações de gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso doméstico em Cuba está afetando a vida de mais de 1,7 milhão de pessoas no país. A distribuição de botijões de gás é a mais comprometida, segundo o funcionário da União Cuba-Petróleo (Cupet), Lucilo Sánchez, que explicou que Cuba só consegue produzir o suficiente para atender a 20% da demanda. Por outro lado, os consumidores de gás manufaturado, processado a partir das jazidas de petróleo existentes na ilha, não estão sendo afetados pela escassez.
Cuba já havia atravessado uma crise energética em setembro do ano passado depois de ter deixado de receber petróleo devido às sanções dos EUA ao país e à Venezuela, principal fornecedor do governo de Miguel Díaz-Canel, que é acusado pela Casa Branca de dar apoio incondicional ao regime de Nicolás Maduro.


















