Tribunal questiona contratos emergenciais da Secretaria da Saúde

TCDF prédio DF
A corte é responsável pela fiscalização das contas do governo distrital/Arquivo
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Nos próximos cinco dias a Secretaria de Saúde do Distrito Federal deverá explicar duas contratações emergenciais que foram feitas dentro da emergência da pandemia do coronavírus (Covid-19). O prazo foi dado pelo Tribunal de Contas a partir de contratos que já estão sendo investigados pelo Ministério Público do DF, como a implantação de leitos de UTI no Hospital da Polícia Militar.

É questionada a contratação emergencial de 86 leitos de UTI tipo II e 20 leitos de enfermaria. A empresa Engemil – Engenharia, Empreendimentos, Manutenção e Instalações Ltda ofertou R$ 5.572.402,34 pelo serviço, R$ 220 mil abaixo do valor proposto pela empresa Mevato Construções e Comércio Ltda, que foi escolhida vencedora.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logísticas no Distrito Federal (Sindibras) questiona um outro contrato para instalação de estrutura porta pallets em galpão já existente e fornecimento de serviços de armazenagem.

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