É para enfrentar a crise energética desencadeada, entre outras coisas, pelas sanções antirrussas
Por Misto Brasília- DF
O maior consórcio químico do mundo, a BASF, decidiu demitir 3.300 empregados no mundo, informou a AFP. É para enfrentar a crise energética desencadeada, entre outras coisas, pelas sanções antirrussas, segundo se informou.
A indústria alemã também tem que contar com a situação atual da área energética do país, que já afeta o número de empregos no mercado de trabalho.
Como demonstra o caso da Badische Anilin & Soda Fabrik — BASF (Fábrica de Anilina e Soda de Baden), uma das maiores do setor industrial da Alemanha que está sendo forçada a cortar custos.
De acordo com a AFP, devido aos altos preços da energia, a BASF está sendo forçada a fechar várias unidades de produção em sua histórica fábrica de Ludwigshafen.
No Brasil, a empresa mantém uma unidade fabril em Guaratinguetá, São Paulo, com cerca de mil funcionários. São feitos 1.500 produtos diferentes, como defensivos agrícolas, biodiesel e matérias-primas para adesivos, resinas, tintas, detergentes e cosméticos. No mundo, o grupo tem aproximadamente 112 mil colaboradores.
Entre elas está a unidade que se concentra na área de amônia e outra dedicada à produção do plástico de diisocianato de tolueno (TDI, na sigla em inglês).
Agora, a competitividade da BASF está ameaçada com os novos regulamentos, levando à necessidade de passar por processos de autorização, além de ter de lidar com “custos elevados na maioria dos fatores de produção“, disse o presidente e CEO da empresa, Martin Brudermuller, citado pela AFP.











