O governo federal lançou recentemente o projeto Rotas de Integração Sul-Americana, que cria cinco rotas em 11 estados
Por Misto Brasil – DF
Em entrevista à Sputnik Brasil, especialista destaca que os investimentos da China em infraestrutura podem contribuir para o projeto de integração sul-americana do governo federal e ter um efeito desencadeador no processo de reindustrialização do Brasil.
O governo federal lançou recentemente, por meio do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), o projeto Rotas de Integração Sul-Americana, que cria cinco rotas ao longo de 11 estados brasileiros, conectando a países vizinhos da América do Sul.
As rotas previstas
Ilha das Guianas: que liga os estados de Roraima, Amazonas, Pará e Amapá a Guiana Francesa, Suriname, Guiana e Venezuela.
Amazônica: que liga o Amazonas a Colômbia, Peru e Equador.
Quadrante Rondon: que liga Acre, Rondônia e Mato Grosso a Peru, Bolívia e Chile.
Bioceânica de Capricórnio: que liga Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina a Paraguai, Argentina e Chile.
Bioceânica do Sul: que liga Santa Catarina e Rio Grande do Sul a Uruguai, Argentina e Chile.
No anúncio de lançamento, o MPO afirma que o programa visa aumentar o comércio com países vizinhos, o que traz a necessidade de rotas mais curtas e menos custosas, além de facilitar o escoamento das exportações brasileiras para mercados emergentes do Pacífico.
No relatório do projeto, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou que o programa permitirá “avanços sociais inestimáveis à população brasileira e aos povos vizinhos de nosso continente”.
Observou que existem 190 obras de infraestrutura presentes no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que possuem caráter de integração, espalhadas nos 11 estados.
Ela destacou, ainda, a importância e os benefícios de fomentar as transações entre países sul-americanos e caribenhos.





















