O Brasil ainda não conta com um curso específico no setor náutico de lazer ou rede estruturada de capacitação
Por misto Brasil – DF
O crescimento da indústria náutica esbarra na falta de profissionais qualificados em áreas técnicas como laminação, elétrica, montagem e acabamento.
O Brasil ainda não conta com um curso específico no setor náutico de lazer ou rede estruturada de capacitação voltada à cadeia produtiva náutica.
Atualmente, Santa Catarina soma 5 mil empregos diretos na indústria náutica. O estado concentra cerca de 70% da produção nacional de embarcações e responde por 90% das exportações de barcos de lazer.
São dez estaleiros 10 estaleiros de renome internacional em cidades como Itajaí, São José, Palhoça, Biguaçu e Florianópolis.
A falta de capacitação impacta diretamente os estaleiros, localizados em diferentes regiões do estado, como é o caso do Grupo Armatti & Fishing, sediado em São José, na Grande Florianópolis.
Para o CEO Grupo Armatti & Fishing, Fernando Assinato, a qualificação da mão de obra é um dos principais gargalos do setor.
“Temos uma indústria que exige alto padrão de execução, com processos manuais e detalhistas, mas ainda carecemos de programas específicos de formação profissional”.
No ano passado form 29 aprendizes formados pelo Senai e neste ano devem ser colocados no mercado outros 35, mas esse número é pequeno diante do lume de estaleiros em Santa Catarina.
“A formação técnica contínua é o que vai garantir que o Brasil se torne um dos líderes da indústria náutica, para ampliar sua participação no mercado global e se consolidar como uma verdadeira potência da economia do mar”.




















