À espera do próximo jogo do Brasil na Copa do Mundo, ninguém fala sobre as juras de amizade eterna de Lula da Silva e Jaques Wagner
Por Genésio Araújo Júnior – DF
A vida imita a arte. Não vem de pronto à mente grandes obras literárias que falam de amizades complexas, como as de Lula da Silva e Jaques Wagner. Mas não faltam obras shakesperianas sobre famílias, como a Bolsonaro.
Você pode não ter lido, mas certamente ouviu falar de Otelo, Romeo e Julieta ou a sangrenta e rancorosa Macbeth.
À espera do próximo jogo do Brasil na Copa do Mundo, ninguém fala sobre as juras de amizade eterna de Lula da Silva e Jaques Wagner lá na Bahia.
Só se fala sobre o que Michele Bolsonaro, a bela e incontrolável madrasta, sabe de podre sobre Flávio Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro fala que não concorda com aqueles que dizem que as mulheres não sabem votar e decidir, como se não soubéssemos que seus apoiadores mais firmes concordam que mulher tem que dizer sim senhor e fazem cara feia para a Lei Maria da Penha.
Para completar, o presidencial Renan Santos, do improvável Partido Missão, é quem mais cresce nas pesquisas falando mal de Flávio Bolsonaro mais do que fala mal de Lula da Silva.
Faltam menos de 100 dias para as eleições, mas dramas ou tragédias podem marcar a disputa presidencial.

















