A graduação lidera a preferência desse público, concentrando 42,6% das matrículas. Na sequência, os cursos de qualificação profissional
Por Misto Brasil – DF
A busca pelo aprendizado contínuo altera o perfil do mercado de trabalho no Brasil. Dados do módulo Educação da Pnad Contínua do IBGE, analisados pela Unico Skill, apontam que 15,5 milhões de profissionais ocupados também estudavam, representando 15,1% da força laboral do país.
O volume indica um crescimento de 27% na comparação com o ano de 2019, consolidando a tendência global de aperfeiçoamento constante para acompanhar as novas exigências corporativas.
A graduação lidera a preferência desse público, concentrando 42,6% das matrículas. Na sequência, os cursos de qualificação profissional registraram avanço significativo e atingiram 18,8% das escolhas, superando o ensino médio e a pós-graduação.
O interesse por capacitação técnica rápida é impulsionado pela necessidade de atualização tecnológica.
Levantamentos internos da plataforma revelam que o consumo de conteúdos sobre inteligência artificial obteve forte expansão, somando 901 mil horas de aprendizado no primeiro trimestre deste ano.
O monitoramento também identifica que o interesse pelos livros persiste após a conquista do diploma universitário. O total de profissionais graduados que decidiram continuar os estudos subiu de 2,5 milhões para 4,1 milhões nos últimos seis anos.
De acordo com a amostragem, a permanência no ambiente educacional gera reflexos diretos na remuneração dos trabalhadores.
A diferença salarial em favor de quem estuda se amplia conforme a faixa etária, chegando a uma média de 41% de ganho adicional para profissionais acima dos 50 anos de idade.

















