Desmatamento na Amazônia brasileira caiu 21,8%

Floresta árvores amazônicas Misto brasília
Detalhe do ecossistema da floresta Amazônica que está em vários estados do Norte/Arquivo
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O número representa o menor resultado desde 2018, quando foram perdidos 7.536 km² de floresta, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

Por Misto Brasil – DF

O desmatamento na Amazônia brasileira caiu 21,8%, informou nesta quarta-feira (08) o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com base em dados consolidados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes).

As informações são referentes ao período entre os meses de agosto de 2022 e julho de 2023, em comparação ao ciclo anterior, entre agosto de 2021 e julho de 2022.

O balanço consolidou a taxa anual de desmatamento em 9.064 km² (cerca de seis vezes a área da cidade de São Paulo). O número representa o menor resultado desde 2018, quando foram perdidos 7.536 km² de floresta.

Durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), o índice anual sempre ficou acima de 10.000 km², com recorde de destruição em 2021, quando a perda foi de 13.038 km².

O novo balanço consolidou a taxa anual de desmatamento com uma diferença de 0,7% em relação à divulgada em novembro de 2023, estimada em 9.001 km².

Os dados revelaram também uma queda maior nos 70 municípios prioritários para combate ao desmatamento na Amazônia Legal, com redução de 42% no período apurado. Segundo o Inpe, que opera o Prodes, esses territórios concentraram 75% da derrubada de vegetação nativa em 2022.

Além da Amazônia Legal, o Inpe apontou uma queda de 9,2% no desmatamento no Pantanal. Em 2023 (entre agosto de 2022 e julho de 2023), foram desmatados 723,13 km² do bioma, enquanto no período anterior (agosto de 2021 a julho de 2022) a destruição atingiu 789,41 km².

O município de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, concentrou 52,8% da destruição da vegetação nativa.

Para a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, O avanço no combate ao desmatamento nos biomas brasileiros foi considerado positivo pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. “Isso é fruto de uma ação de política pública com base em evidência e alocação de recursos em priorização e elaboração de estratégia. Isso tem que ser política continuada”, disse.

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