O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a condenação de até oito anos para o chamado “quarilhão” do PMDB do Senado.
Pelo crime de organização criminosa, cuja pena prevista pela Constituição é de três a oito anos de prisão. Os denunciados foram os senadores da cúpula do PMDB Edison Lobão (MA), Jader Barbalho(PA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO) e os ex-senadores José Sarney (AP) e Sérgio Machado (CE), nesta sexta-feira (8) para o Supremo Tribunal Federal. Com pedido de perda de respectivos cargos públicos.
Os crimes envolvem a administração pública, especialmente na Petrobras e na Transpetro, nas quais os peemedebistas são suspeitos de causar prejuízo de R$ 5,6 bilhões aos cofres das estatais (R$ 5,5 bilhões na Petrobrás e R$ 113 milhões na Transpetro).
O procurador-geral também responsabilizou os peemedebistas, “até os dias de hoje” pela indicação de cargos à estatal – parte deles loteados por ex-diretores que, atualemente, encontram-se em processo de delação premiada a Lava Jato, tais como os ex-diretores Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró.


















