Em todo o mundo existem diferentes tipos de torneios focados e inúmeras modificações em seu design foram desenvolvidas
Por Misto Brasil – DF
Em 1974, o professor de arquitetura Ernö Rubik inventou uma nova ferramenta para ilustrar conceitos geométricos para seus alunos da Escola de Artes Comerciais de Budapeste.
Meio século depois, o cubo de Rubik não só se tornou um dos brinquedos mais vendidos da história, mas também gerou uma cultura por trás dele.
Em todo o mundo existem diferentes tipos de torneios focados no cubo, inúmeras modificações em seu design foram desenvolvidas e até levantou questões de interesse para pesquisadores matemáticos.
Por exemplo, se o jogo for trapaceado ao retirar alguns adesivos e trocá-los ou desmontar suas peças e remontá-las, o problema ainda pode ser resolvido?
No estudo do cubo de Rubik, é utilizada uma área da matemática chamada teoria dos grupos.
Esta linguagem permite-nos descrever de forma abstrata os movimentos do cubo e demonstrar, por exemplo, que o cubo original pode sempre ser resolvido (ou seja, fazer com que cada face tenha uma única cor) em 20 movimentos ou menos, independentemente do layout inicial.
Mas o que acontece se seu design for modificado um pouco?
Em um cubo clássico, o branco está oposto ao amarelo, o verde está oposto ao azul e o laranja está oposto ao vermelho. Por exemplo, se o branco estiver na parte superior, o amarelo estará na camada inferior.
Por esta razão, não existem bordas branco-amarelas, verdes-azuladas ou laranja-vermelhas.
Os cantos seguem uma lógica análoga e os centros devem manter a mesma distribuição do estado resolvido, pois ficam imóveis em relação aos movimentos das faces, conforme uma reportgem do El País.





















