A Marcha virou lei sancionada no segundo governo Lula da Silva, que não foi a marcha sempre celebrada em São Paulo
Por Genésio Araújo Júnior – DF
O Corpus Christi não é um dia qualquer no Brasil, que tem 56,7% de católicos e 26,9% de evangélicos. Para os católicos é a celebração da Eucaristia, para os evangélicos é a celebração do rebanho evangélico.
Dia de forte celebração no Nordeste, em Minas Gerais e no Sul do Brasil, notórios católicos. E sempre coincide com a Marcha para Jesus, 60 dias após o Domingo de Páscoa.
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A Marcha para Jesus virou lei sancionada no segundo governo Lula da Silva, que não foi a marcha sempre celebrada em São Paulo.
Ele é mal visto pelos evangélicos. Bolsonaro também não foi o evento que reuniu 2 milhões de pessoas.
A grande estrela política, além das muitas bandeiras de Israel, foi o governador Tarcísio de Freitas, que em dia de aniversário, ele católico, cantou o louvor Mil Graus.
As pesquisas mostram que o povo não quer que Lula da Silva e nem Bolsonaro disputem a presidência. Tarcísio surge nas pesquisas como opção, mas vai ter que cantar muitos louvores para virar um líder nacional.
Ainda falta muito para 2026 chegar, mas os cristãos, majoritários no Brasil, não querem o que tem e não parecem convencidos com o que poderá vir.
O apóstolo Estevão Hernandes, presidente da Marcha para Jesus no Brasil, disse que vamos declarar juntos que o Brasil pertence ao Senhor Jesus, vamos abençoar nossa nação.
Nessa questão, a maioria dos brasileiros não põe dúvida.


