Manifestações marcam o Dia Internacional da Mulher

Protesto feminicídio Dia da Mulher RJ Misto Brasil
Mulheres levaram cartazes na manifestação contra o feminicídio/Tomaz Silva/Agência Brasil
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Em São Paulo houve princípio de confusão devido a dois homens que estavam no meio da manifestação carregando imagens  de Bolsonaro e Trump

Por Misto Brasil – DF

A Avenida Paulista foi palco neste domingo (08) de atos pelo Dia Internacional da Mulher, convocados por grupos de diferentes, mesmo sob forte chuva.

Pela manhã, caminhada organizada por parlamentares do Podemos reuniu políticos e familiares de vítimas.

À tarde, movimentos sindicais, sociais e organizações da sociedade civil se concentraram a partir das 14h00 no vão do Museu de Arte de São Paulo (MASP).

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Houve princípio de confusão devido a dois homens que estavam no meio da manifestação carregando imagens do ex-presidente Jair Bolsonaro e do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A presença dos dois provocou reação de parte de manifestantes, com empurrões e troca de ofensas.

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) interveio e passou a escoltar os dois homens para fora da concentração, isolando-os do restante do público. Durante a ação de dispersão, agentes chegaram a utilizar gás de pimenta.

No Rio de Janeiro, o Dia Internacional das Mulheres foi marcado por uma marcha na Praia de Copacabana. Milhares de mulheres protestaram contra o feminicídio e as diversas formas de violência de gênero.

Elas também exigiram mais orçamento para as políticas públicas voltadas à igualdade.

No carro de som, diversas representantes de coletivos feministas se revezaram na leitura do manifesto do movimento, informou a Agência Brasil.

As reivindicações abordavam áreas diversas, como a criminalização dos grupos que promovem o ódio às mulheres, o aumento das licenças-maternidade e paternidade, a criação de linhas de crédito para mulheres empreendedoras e de espaços educacionais inclusivos para crianças com deficiência ou neurodivergentes.

Outra demanda bastante lembrada foi o fim da escala 6×1 de trabalho. As organizadoras do ato deste domingo também convocaram os homens para se juntar à luta pelo fim das violências.

Thiago da Fonseca Martins atendeu ao chamado e participou do protesto junto com o filho Miguel, de 9 anos. Ele concorda que os homens devem contribuir de forma ativa, inclusive na criação dos filhos.

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