Há menos de 20 dias das eleições gerais do dia 7 de outubro, há muitas dúvidas ainda sobre o futuro do Brasil. Os candidatos à Presidência da República representam um grande ponto de interrogação.
Eis alguns pontos para esta terça-feira
01 – A dúvida é gigantesca também nos estados. No Distrito Federal, por exemplo, os eleitores sentem-se pressionados a escolher o melhor entre os piores – se isso é possível de acontecer. Esse dilema se estende para o Legislativo.
02 – A maioria dos eleitores (me arrisco a dizer) ainda não escolheu em quem votar. E as pesquisas não conseguem identificar para onde vai esse voto. Para muitos analistas, a renovação do Congresso e assembleias legislativa (aqui no DF é Câmara Legislativa) será pequena, senão incipiente.
03 – E por falar em pesquisa, é preciso ter cuidado com que é apresentado. Lembramos que nas últimas eleições os institutos erraram em suas previsões e só ajustaram seus números à realidade na véspera das eleições ou no prognóstico da boca de urna. Será mesmo que o eleitor esconder o jogo até na última hora?
04 – Em meio a um grande processo eleitoral, por maior que seja o contrassenso, a democracia está em risco, principalmente pela radicalização que parece que não vai terminar com as eleições. E o candidato do PT, Fernando Haddad, tem razão quando diz que é preciso defender a democracia até “às últimas consequências” ou o Brasil terá uma solução autoritária “ali na esquina”.
05 – Os candidatos precisam dar bons exemplos. Ciro Gomes (PDT) deve desculpas pelo “fdp” disparado em Roraima. Tá certo que não tem sangue de barata, mas é esse tipo de atitude que incentiva a radicalização e golpeia o bom senso e a boa educação.
06 – Na economia, as notícias continuam ruins com estimativa de contratação de 72,7 mil trabalhadores temporários no varejo, o Natal de 2018 deve ter um recuo de 1,7% em relação aos postos criados no ano passado. A principal data comemorativa do varejo também deve ter queda nas vendas deste ano.


























