O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), atribuiu os bons resultados obtidos em recente pesquisa de opinião sobre expectativas de seu governo, ao acerto na escolha dos titulares dos ministérios. Segundo Bolsonaro, foram decisões técnicas, e não políticas, o que agradou à população. Bolsonaro falou à imprensa, em um quiosque na Barra da Tijuca, onde foi tomar uma água de coco e foi muito festejado por pessoas que estavam no local.
“É um reflexo, com toda a certeza, do bom ministério escolhido. Sem o critério político. Então isso aí dá uma esperança no povo [de] que algo diferente vai acontecer”, disse ele, em referência à pesquisa de quinta-feira – 75% dos entrevistados disseram que o futuro governo está no caminho certo e 64% dos entrevistados acreditam que a administração dele será ótima ou boa.
Bolsonaro escreveu em sua conta no Twitter, que o assunto pena de morte não fez parte de sua campanha. “Além de tratar-se de cláusula pétrea da Constituição, não fez parte de minha campanha. Assunto encerrado antes que tornem isso um dos escarcéus (sic) propositais diários”. Assim, descarta o que disse o filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), que sugeriu um plebiscito nacional sobre o tema.
O presidente eleito convocou para a quarta-feira a primeira reunião com todos os 22 indicados para sua equipe ministerial. O encontro será realizado às 10 horas, no CCBB, sede do governo de transição. Ele pensava em não ir a Brasília nesta semana, mas resolveu mudar os planos. O presidente eleito pretendia ir à capital federal somente na última semana de dezembro para se preparar para a posse. (Com o Poder360, DCI e ABr)






















