O presidente licenciado do PSL e deputado federal eleito, Luciano Bivar (PE), afirmou nesta segunda-feira que o partido deverá se tornar a maior bancada da Câmara dos Deputados no próximo ano com a migração de parlamentares e, nessa condição, deve reivindicar a presidência da Casa, no início do que ele acredita que será o governo do correligionário Jair Bolsonaro.
A proposta contraria os interesses do deputado reeleito Rodrigo Maia (Dem-RJ). Atual presidente das Câmara, Maia cultiva o desejo de se manter no cargo. Ele foi reeleito duas vezes com o apoito de boa parte da bancada do PT e de toda a bancada do PCdoB.
“Ora, tradicionalmente o partido que tem mais deputados é quem indica o presidente da Câmara. Então, isso é um assunto para se discutir depois do dia 28 de outubro”, disse Bivar, em entrevista à Reuters.
Bivar, que disse que vai reassumir o comando do partido em dezembro, não quis adiantar se colocaria seu nome para presidir a Câmara. “Olha, isso é uma coisa do partido, então vamos ver como vai decorrer. A gente está muito focado agora na eleição do Jair Bolsonaro”, ressalvou.



















